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“O Tricô Virtual”

A ideia de criar esse blog nasceu de rompante, como quase todas as ideias malucas que surgem na minha mente brilhante…  Tenho péssimos hábitos de organização, me perco geograficamente e espacialmente em tudo, lateralidade é outro quesito no qual reprovo facilmente, direita e esquerda, se tenho q explicar algo a alguém, preciso me recordar da frase feita no tempo do prezinho, quando fui oradora da turma, e tinha estender a mão direita, eu ficava repedindo mentalmente: “mão direita é a que escreve, mão direita é a que escreve”, faço isso ate hj, apenas disfarço melhor .. deve ser um sintoma de quem literalmente “vive nas nuvens”, ou apenas “online”.

Não consigo ter um pensamento muito linear, não consigo fazer apenas uma coisa de cada vez, portanto isso vai ser um desafio, “amarrar” as ideias para que algo faça sentido. Voltando a dizer o porque criei esse espaço, em resumo é para tentar reunir em só espaço todas as ótimas ideias que “roubartilho” dos blogs e sites de pessoas que assim como eu, trabalham de forma pedagógica com o mundo tecnológico, que é visto de forma tao simples, tao mágica pelos alunos e crianças e visto de forma tao sombria e aterrorizante pelos professores, que ainda esto muito atrás do ritmo e da forma com o que as crianças apropriam-se do conhecimento.

Vou deixar aqui o relato de algumas experiencias, algumas sequencias didáticas, muita coisa inspirada na minha observação e contato com os processos educativos e que podem ser aprimorados de forma virtualizada.

Duas coisas não podem deixar de serem ditas, para que não causem conflitos futuros.

               1º – eu com certeza não leria um texto tao grande assim, a menos que ele contivesse uma linguagem que eu compreendesse facilmente, sem ter q prestar muita atenção;

               2º – assassinatos na Língua Portuguesa, infelizmente eu cometo a todo o tempo, o que passar despercebido pelo corretor ortográfico, “já era”, ate mesmo porque, quando se utiliza apenas de meio computacionais para laser, estudo, pesquisa e trabalho; é impossível não se tornar um ser “informal”, quase sempre. A forma como nos comunicamos sempre sofreu alterações do meio, a cada tempo, a cada época, palavras que já caíram em desuso por ser “cafona”, e outras palavras e expressões surgem a galope em uma sociedade que vive em constante mutação em razão de suas relações virtuais; mas, a questão da metalinguagem é para outro post.

1000 perdoes pela extensão das palavras, pensamentos não lineares da nisso.